Tal como outros países da União Europeia, Portugal está num momento de crise, o que tem repercussões a vários níveis, podendo-se destacar o baixo poder de compra dos portugueses. Este é um dos motivos que faz com que o nosso poder de compra se tenha vindo a distanciar em relação a alguns países da União Europeia.
Segundo alguns estudos realizados pelo INE, podemos concluir que temos uma diferença negativa de 24% em relação á média, chegando a ser de quase 30 % inferior a Espanha, e entre 37 países analisados, Portugal ocupa a 22º posição. O nosso PIB apenas cresceu um ponto percentual, tendo passado de 75 % para 76 %. Apesar deste nosso fraco crescimento, o que teve uma “quebra” maior, foi a Irlanda, que perdeu quase 30 % do poder de compra, tendo acontecido precisamente o contrário com os países do centro e do leste europeu, como a República Checa e Eslovénia, que apesar de terem entrado na União Europeia apenas em 2004, foram os países que registaram as maiores subidas, mas o primeiro lugar é ocupado pelo Luxemburgo.
Mas não é apenas neste ponto que Portugal se afasta do nível europeu, uma vez que a nível de salários, segundo um estudo do Eurostat, estamos na 11º posição, com um salário de 525 euros, sendo o Luxemburgo que ocupa o primeiro lugar com o salário de 1642, o que faz com que os portugueses ganhem menos de 1000 euros, sendo o último lugar ocupado pelos checos que ganham apenas 306.
Se analisar-mos apenas o nosso país, também podemos verificar que é no norte do país que o poder de compra é mais baixo, do que em Lisboa ou no Porto, chegando mesmo a ser metade do poder de compra dos habitantes destas cidades. Esta diferença verifica-se devido á falta de investimento nestas terras e á falta de recursos das populações do norte.
Segundo uma entrevista realizada a um economista, este é da opinião que esta situação se deverá manter e que deveriam ser tomadas algumas medidas para que esta situação se invertesse, tais como equilibrar o orçamento, o que poderia possibilitar o desenvolvimento das empresas e dos mercados.
Podemos referir alguns conceitos que estão ligados á economia, e que se encontram neste comentário, que são:
1) PIB – É o resultado final de todos os bens e serviços finais produzidos interiormente num país, num período estabelecido, podendo ser, mensal, trimestral ou anual, sendo o anual o mais utilizado. Este método é o mais utilizado medir a para actividade económica de um país ou região.
2) Desenvolvimento social e económico Este só ocorre quando se consegue empregar políticas que permitam uma interacção entre si e o meio externo, enquanto
o económico refere-se ao PIB, ou seja, a economia que cresce num longo período de tempo. E, se este desenvolvimento for superior ao da população, então o PIB subirá. Este crescimento está dependente de alguns factores variáveis. Pode existir um crescimento económico sem que o desenvolvimento social acompanhe o ritmo do crescimento económico.
3) Taxa de desemprego – Este conceito diz respeito à percentagem de pessoas em idade activa, perfeitamente aptas para entrarem no mercado de trabalho, com uma função remunerada, mas que por algum motivo não conseguem entrar nesse mercado. Também se podem considerar desempregados pessoas que tenham trabalhos não-remunerados. Não sendo fácil, ter um número concreto do número de desempregados, pois este está sempre a sofrer alterações. Esta situação é mais frequente em países sub-desenvolvidos, pois a acompanhar o crescimento populacional. Uma das situações que agrava mais este factor é a mecanização e informatização dos processos de trabalho, extinguindo postos que eram exercidos por pessoas muitas vezes sem qualificação, que por exigirem novos conhecimento, acabam a maior parte no desemprego.
Tal como outros países da União Europeia, Portugal está num momento de crise, o que tem repercussões a vários níveis, podendo-se destacar o baixo poder de compra dos portugueses. Este é um dos motivos que faz com que o nosso poder de compra se tenha vindo a distanciar em relação a alguns países da União Europeia.
Segundo alguns estudos realizados pelo INE, podemos concluir que temos uma diferença negativa de 24% em relação á média, chegando a ser de quase 30 % inferior a Espanha, e entre 37 países analisados, Portugal ocupa a 22º posição. O nosso PIB apenas cresceu um ponto percentual, tendo passado de 75 % para 76 %. Apesar deste nosso fraco crescimento, o que teve uma “quebra” maior, foi a Irlanda, que perdeu quase 30 % do poder de compra, tendo acontecido precisamente o contrário com os países do centro e do leste europeu, como a República Checa e Eslovénia, que apesar de terem entrado na União Europeia apenas em 2004, foram os países que registaram as maiores subidas, mas o primeiro lugar é ocupado pelo Luxemburgo.
Mas não é apenas neste ponto que Portugal se afasta do nível europeu, uma vez que a nível de salários, segundo um estudo do Eurostat, estamos na 11º posição, com um salário de 525 euros, sendo o Luxemburgo que ocupa o primeiro lugar com o salário de 1642, o que faz com que os portugueses ganhem menos de 1000 euros, sendo o último lugar ocupado pelos checos que ganham apenas 306.
Se analisar-mos apenas o nosso país, também podemos verificar que é no norte do país que o poder de compra é mais baixo, do que em Lisboa ou no Porto, chegando mesmo a ser metade do poder de compra dos habitantes destas cidades. Esta diferença verifica-se devido á falta de investimento nestas terras e á falta de recursos das populações do norte.
Segundo uma entrevista realizada a um economista, este é da opinião que esta situação se deverá manter e que deveriam ser tomadas algumas medidas para que esta situação se invertesse, tais como equilibrar o orçamento, o que poderia possibilitar o desenvolvimento das empresas e dos mercados.
Podemos referir alguns conceitos que estão ligados á economia, e que se encontram neste comentário, que são:
1) PIB – É o resultado final de todos os bens e serviços finais produzidos interiormente num país, num período estabelecido, podendo ser, mensal, trimestral ou anual, sendo o anual o mais utilizado. Este método é o mais utilizado medir a para actividade económica de um país ou região.
2) Desenvolvimento social e económico Este só ocorre quando se consegue empregar políticas que permitam uma interacção entre si e o meio externo, enquanto
o económico refere-se ao PIB, ou seja, a economia que cresce num longo período de tempo. E, se este desenvolvimento for superior ao da população, então o PIB subirá. Este crescimento está dependente de alguns factores variáveis. Pode existir um crescimento económico sem que o desenvolvimento social acompanhe o ritmo do crescimento económico.
3) Taxa de desemprego – Este conceito diz respeito à percentagem de pessoas em idade activa, perfeitamente aptas para entrarem no mercado de trabalho, com uma função remunerada, mas que por algum motivo não conseguem entrar nesse mercado. Também se podem considerar desempregados pessoas que tenham trabalhos não-remunerados. Não sendo fácil, ter um número concreto do número de desempregados, pois este está sempre a sofrer alterações. Esta situação é mais frequente em países sub-desenvolvidos, pois a acompanhar o crescimento populacional. Uma das situações que agrava mais este factor é a mecanização e informatização dos processos de trabalho, extinguindo postos que eram exercidos por pessoas muitas vezes sem qualificação, que por exigirem novos conhecimento, acabam a maior parte no desemprego.
Fontes:
pt.wikipedia.org/.../Categoria:Desenvolvimento_econômico
pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_social
http://pt.wikipedia.org/wiki/Desemprego
http://pt.wikipedia.org/wiki/Taxa_de_desemprego
Realizado por: Rute Correia
N.º 34995